
Com objetivo simples, a cada dia avançam mais os social games, jogos que reúnem grupos de participantes, vem crescendo cada dia mais dentro das redes Diversão, competição e cooperação para alcançar sucesso em um determinado grupo de amigos, dependem também do ambiente em que estão disponíveis. O sucesso de cada um desses games está ligado a popularidade do site em que está inserido. Quanto mais jogadores, mais atraente fica a aplicação, pois gera maior competitividade entre os usuários, explicam os pesquisadores do assunto.
Plantar, colher, e cultivar uma fazenda, outros assumem o papel de mafioso e se envolvem em trapaças milionárias, outros criam receitas e gerenciam o próprio restaurante – tudo isso acontece dentro das redes sociais da internet, mas sempre conta com a ajuda dos amigos virtuais.
Entre os de sucesso, um dos maiores sucesso, o Farmville, provém do Facebook, rede que já atingiu 500 milhões de usuários cadastrados. Alguns usuários depuseram que a prática quase diária desses jogos, converteu em forma de relaxamento, e também de motivação, pois administrar um ambiente, ainda que virtual, motiva a permanecer no jogo da vida.
Para Mark Pincus, fudador da empresa Zynga e um dos criadores do Farmville, esse tipo de games oferece uma modalidade nova de diversão, pois trata de experiência social que conecta o mundo por meio de jogos. Já no Brasil, o social game mais famoso está disponível na mais popular rede do país, o Orkut. Buddy Poke começou em 2008 e atualmente conta com 39 milhões de usuários.
Os social games bem-sucedidos também apresentam problemas, o mesmo dos tradicionais jogos eletrônicos: a falta de desafios e também a lentidão que pode limitar seu crescimento contínuo. Para atrair sempre o interesse dos usuários, os jogos precisam sofrer atualizações continuamente, contrário a isso os jogadores que inicialmente utilizavam os aplicativos podem ficar cansados da rotina, defende Recuero, jornalista e pesquisadora especializada em redes sociais.